4.3. Protótipos no Mundo Real
A fidelidade cresce com o projeto. Testar fora do laboratório.
Resumo
- Início: protótipos toscos para explorar; fim: protótipos refinados para detalhar.
- A resolução do protótipo cresce conforme o projeto avança e as perguntas mudam.
- Testar no mundo real (pilotos) revela o que o laboratório esconde.
- Protótipos também comunicam e vendem ideias dentro da organização.
- Saber parar: o protótipo serve até deixar de ensinar algo novo.
Perguntas-chave
responda de cabeça, depois abraComo a fidelidade do protótipo muda ao longo do projeto?
Começa baixa (esboços, papel) para explorar e aumenta (modelos funcionais, pilotos) quando é hora de refinar.
Por que fazer pilotos no mundo real?
Porque pessoas reais em contextos reais revelam problemas e usos que testes controlados não mostram.
Quando parar de prototipar?
Quando o protótipo já não gera aprendizado novo e a ideia está madura para implementar.
Exercícios de fixação
0/5 respondidas1.
Qual a ordem natural de fidelidade dos protótipos ao longo do projeto?
2.
Por que levar um protótipo ao mundo real com um piloto?
3.
Quando é hora de parar de prototipar uma ideia?
4.
Além de testar, que outra função o protótipo cumpre na organização?
5.
Um time apresenta à diretoria um modelo funcional logo na 1ª semana de um projeto ainda incerto. Qual o risco?